quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Tragédia no Egito...

Após tragédia, atacante Fábio Júnior pretende deixar o futebol do Egito

Jogador brasileiro diz que não dá para viver em clima de violência e que por isso quer voltar ao Brasil ou até mesmo a Portugal

Fábio Júnior na época do Campinense (Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)Fábio Júnior já defendeu o Campinense
(Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)
A violência provocada por torcedores durante uma partida no futebol do Egito, na quarta-feira, que resultou na morte de mais de 70 pessoas, deve apressar a volta do atacante Fábio Júnior ao Brasil ou mesmo a Portugal.

O jogador, que teve passagem pelo Campinense-PB, Flamengo, e Vasco, entre outros clubes, participou da partida entre o Al Masry e o Al Ahly, no Port Said Stadium, vencida pelo primeiro por 3 a 1. Fábio Júnior marcou o gol do seu time, o Al Ahly. Na comemoração, os torcedores do Al Masry invadirem o campo, quando começou toda confusão que acabou em tragédia.

Em entrevista ao SporTV News, o atacante brasileiro informou que diante de tanta violência e a falta de segurança nos estádios em dia de jogos naquele país, pretende retornar para o Brasil ou mesmo Portugal para jogar mais três ou quatros meses, mesmo com mais dois anos de contrato com o Al Ahly.

- Às vezes dá medo viver em um país como esse. E se continuar assim, é melhor ficar no Brasil. Eu optava por ficar aqui pensando no futuro da minha família. Mas com essa violência não dá para viver. Eu pretendo voltar para Portugal ou para o Brasil para jogar mais uns três ou quatro meses – disse.

Fábio Júnior, que fez parte do time do Campinense que disputou a Série B de 2009 e se transferiu para o Al Ahly em junho do ano passado, relatou ainda que o futebol do Egito deveria acabar por causa da violência.

- Eu acho que o futebol do Egito vai acabar por causa dessa violência, pela falta de segurança nos estádios. As torcidas são fanáticas, mas não é como no Brasil, que tem violência, mas não tem tanta morte como tem aqui. O pessoal aqui agride até matar o outro – afirmou o atleta.

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